Boca Livre Independente


Boca Livre-1979


Este disco é um triunfo da música brasileira, gravado de forma independente tem toda a qualidade de captação e produção de qualquer disco do mesmo ano, mas o Boca Livre apostou numa formação ascendente à década de 80, o quarteto de voz masculino na música brasileira. Inclinados para o Folk de Woodstock o grupo apostou em arranjos o pop com toques de música regional e harmonias bem características da música brasileira.

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This album is a triumph of Brazilian music, recorded independently has all the quality of capture and production of any record of that year, but the training in Boca Free bet up to the 80s, the quartet of male voice in Brazilian music. Inclined to the Woodstock Folk group bet on arrangements pop with touches of country music and harmonies of Brazilian music andfeatures.

Músicas:
01-Quem tem viola
02-Toada
03-Mistérios
04-Boi
05-Diana
06-Ponta de Areia
07-Feito Mistério
08-Pedra da Lua
09-Barcarola de São Francisco
10-Fazenda
11-Minha Terra


KM 1








Recém gravado o disco da Clave de Rock mostra uma sonoridade voltada ao pop e o folk rock, com pequenas pincelas de rock progressivo.
A música "Sementes" inicia o disco como uma canção manifesto, apenas citando discos da música brasileira como Rita Lee, Sá e Guarabira, Gilberto Gil e Novos Baianos.
Destaco a música "O Processo" como melancólica e hipnotizante, onde a letra narra os anseios do artista por se descobrir e produzir sua obra. 
Com um riffs bem classic rock brincam com o experimental como em 'Muita Nota Pouco Assunto" e "Pão e Vinho" e o óbvio como em "Creia e Dance", com uma letra que alfineta os três poderes sociais: a família, o estado e a igreja,
O lado folk aparece também em "Pare o Carro" e "Tava Tudo Tão Bem" e a zepellinana "Ninfa".


Submit:
Recently recorded the CD Clave rock sound shows aimed at a pop and folk rock, with small dabs of progressive rock.
O Processo music starts the album with a plaintive melodyand mesmerizing, where the letter recounts the artist's longing to be discovered and produce his work, the chorus, sounding likean outburst of protest open to oitavas the voices that say, "who does not come up out of clay, who will not have the gift with money. The side of the rock group appears strong in Creia e Dance with a good classic rock riff and a letter that teases the three social powers: family, church and state, the conventional phrases and changes in measures of surprise in the middle two stanzas. Maça Vermelha is the most pop song and tells a typical teen dating in high school with a letter and simplified arrangement as well. The next folk appears the only composition that is not the group, everything was so well, this combination arrangement by Secos e Molhados with the presence of a 2nd melodyon bass, the voices in chorus and based on the guitar while in the background paraphrase a harmonica and a slide.

KM 1
01- Sementes
02-A Viagem
03-Tava Tudo Tão bem
04-Creia e Dance
05- O Processo
06-Pare o Carro
07-Allegro Ma Non Presto
08-Fuga nº 1
09-Maça Vermelha
10-Pão e Vinho
11-Ninfa
12-Muita Nota Pouco Assunto


Texas Flood-1983




1º Disco da furiosa guitarra texana de Stevie Ray Vaughan. Acompanhado da Double Trouble já trás os clássicos Texas Flood, Mary had a Little Lamb e Pride and Joy. Após se apresentarem no Moutreux Jazz festival em julho de 1982, o produtor John H. Hammond ofereceu 3 dias para gravarem um demo em seu estúdio, após gravado mostrou para Greg Heller que conseguiu o contrato com a Epic Records.

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The first albun of the Texan furious guitar of Stevie Ray Vaughan. Accompanied by Double Trouble already behind the classic Texas Flood, Mary had a Little Lamb and Pride and Joy. After appearing on Moutreux Jazz Festival in July 1982, the producer John H.Hammond offered three days to record a demo in his studio, after recording showed that Greg Heller managed the contract with Epic Records.

Músicos:
Stevie Ray Vaughan: guitarra e voz
Tommy Shannon: baixo
Chriss Layton: bateria

Músicas:
01- Love Struck baby
02- Pride and Joy
03- Texas Flood
04-Tell Me
05-Testify
06-Rude Mood
07-Mary Had a little Lamb
08-Dirty Pool
09-I´m crying
10-Lenny

A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado


Capa Censurada


                                             

Capa Original


Após a primeira apresentação na França, foi visto algumas mudanças significativas no grupo mais psicodélico da história da música brasileira, tais mudanças que acabaram resultando no terceiro disco da banda
"A Divina Comédia Ou Ando Meio Desligado, com uma sonoridade ainda mais rock'n'roll e progressiva que os anteriores. Arnaldo Baptista passou a tocar teclado e a formação da banda foi acrescentada com dois novos integrantes, o baterista Dinho e o baixista Liminha, amigos de Sergio Dias. Liminha vinha de um grupo de rock da época chamado Os Baobás e já havia, inclusive, tocado com os Mutantes num festival da Record em 1970. Os dois novos integrantes, a princípio, eram apenas músicos acompanhantes, mas a bagagem que trouxeram junto com eles influenciou muito no resultado musical do álbum . A Divina Comédia nos traz a atmosfera sonora do ínicio dos anos 70, a levada psicodelica e as bem humoradas letras típicamente mutanticas, são o que fazem desse disco único e ser um dos mais aclamados na história do rock nacional.

fonte: losligergicanos.blogspot.com

Submit:
After the first show in France has seen some significant changes in the group's more psychedelic history of Brazilian music, such changes will result in the band's third album
"A Divina Comédia ou Ando meio Desligado" with a more rock'n'roll sound and progressive than its predecessors discs. Arnaldo Baptista went on to play keyboards and the band's lineup has added two new members, bassist Liminha and drummer Dinho, Sergio Dias friends. Liminha came from a rock group called the Baobás of the time and hadeven played with the Mutantes in a festival of Record in 1970. Tthe two new members at first were merely sidemen, but the baggage that brought with them has greatly influenced the musical result of the album. The "A Divina Comédia" brings us the sound atmosphere of the early '70s, the psychedelic taken and humorous letters typically mutants, are what make this album unique and one of the most acclaimed national in rock history.


Músicos:
Sergio Dias, guitarras, violão, voz
Rita Lee, voz
Arnaldo Baptista, teclado
Liminha, baixo
Dinho Leme, bateria
Rapahel Villardi, voz, violão
Naná Vasconcelos, percussão
Rogério Duprat, arranjos orquestrais

Download: http://www.mediafire.com/download/dt2njrw2rjm/1970+A+Divina+Com%C3%A9dia+ou+Ando+Meio+Desligado.rar
Faixas
  1. "Ando Meio Desligado" - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias) 4:48
  2. "Quem Tem Medo de Brincar de Amor" - (Arnaldo Baptista / Rita Lee) 3:44
  3. "Ave, Lúcifer" - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Élcio Decário)2:20
  4. "Desculpe, Babe" - (Arnaldo Baptista / Rita Lee) 2:50
  5. "Hey Boy" - (Arnaldo Baptista / Élcio Decário) 2:47
  6. "Meu Refrigerador Não Funciona" - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias) 6:23
  7. "Preciso Urgentemente Encontrar Um Amigo" - (Roberto Carlos / Erasmo Carlos) 3:50
  8. "Chão de Estrelas" - (Orestes Barbosa / Sílvio Caldas) 4:45
  9. "Jogo de Calçada" - (Arnaldo Baptista / Wandler Cunha / Ilton Oliveira) 4:08
  10. "Haleluia" - (Arnaldo Baptista) 3:38
  11. "Oh! Mulher Infiel" - (Arnaldo Baptista) 3:19

A Tábua de Esmeraldas

Músicas:
01-Os Alquimistas estão Chegando
02-O Homem da Gravata Florida
03-Errare Humanum Est
04- Menina Mulher da Pele Preta
05-Eu vou Torcer
06-Magnólia
07-Minha Teimosia, uma arma pra te conquistar
08-Zumbi
09-Brother
10-O Namoro da Viúva
11-Hermes Trimegistro e sua Celéste Tábua de Esmeralda

Priscilla Frade em Roda de Noel


Priscilla Frade em Roda de Noel-2010

Com a base tradicional do samba, Priscilla Frade gravou seu primeiro disco totalmente voltado as músicas de Noel Rosa.
Fazendo releituras de suas obras o disco se desenvolve pelas escolas do samba, não se limitando apenas a arranjos chorões, e nos levando a lugares antes não explorados nas letras de Noel. Destaco "Com que roupa" em que pelo toque sutil e intimista usado no arranjo diria que a roupa vestida é uma lingerie. "Filosofia" pelo lindo espaçamento minimalista do solo, e "Três Apitos" em que Priscilla acompanhada solo por uma flauta lamenta-se pela hora de trabalhar que ponteia e o fim do disco que chega.

Submit:
With the traditional base of samba, Priscilla Frade recorded his first album completely turned the songs of Noel Rosa.
Doing readings of their works hard to develop the schools of samba, not limited to arrangements chorões, and taking us to places previously unexplored in the lyrics of Noel. Highlight "Com que Roupa" in which the intimate and subtle touch in the arrangement used to say that clothing worn is lingerie. "Filosofia" by the beautiful space minimal soil, and "Três Apitos" that Priscilla accompanied by a flute solo laments the time to work comes and the end of album.



Músicas:
o1-Pela décima vez
02-Quem ri melhor
03-Feitiço da vila
04-Seja Breve
05-
06-Com que roupa
07-Filosofia
08-Conversa de Botequim
09-Palpite Infeliz
10-Três Apitos

Download
http://www.mediafire.com/?hyxjzro1ah8ta5n


mais informações: www.priscillafrade.com.br

Novos Baiano F. C. 1973


Novos Baianos F.C-1973

Depois de se mudarem para Jacarépagua, e terem um campo de futebol no próprio sítio, era de se esperar que este bando de malucos por futebol deixassem a música um pouco de lado, mas não foi isso que aconteceu. Lançado logo após "Acabou Chorare" o disco "Novos Baianos F.C." trás arranjos mais elaborados do regional, como em "Sorrir e Cantar como a Bahia" e "Só se não for brasileiro nessa hora", em que a dobra do baixo aos contracantos acrescenta um timbre único ao grupo. O disco mantêm a base tradicional do grupo, com o violão conduzindo a canção, e não da pra deixar de ressaltar a introdução do violão de "Samba da Minha Terra". O Rock-samba, característico e único dos Novos Baianos, aparece forte em "Pingos da Chuva". Este também é o primeiro disco do grupo em que aparecem duas músicas instrumentais: "Alimente", e " Dagmar".

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After moving to Jacarépagua, the band that lived together, and have a football field on the site itself, it was expected that this bunch of crazy about football let the music a little while, but that's not what happened. Released right after "Acabou Chorare" the album "Novos Baianos F.C" behind regional arrangements more elaborate, as in "Sorrir e cantar como Bahia" and "Só se não for brasileiro nessa hora" in the fold down to countermelodies adds a unique timbre to the group. The disc maintains the group's traditional base, with the guitar leading the song, and It's impossible to overlook the guitar introduction of "Samba da Minha Terra". The Rock-samba the characteristic inovation of Novos Baianos, appears strong in "Pingo da Chuva". This is also the first to disc group appear in two instrumental songs, "Alimente", and "Dagmar".

Músicas:
01-Sorrir e Cantar como Bahia
02-Só se não for brasileiro nessa hora
03-Cosmos e Damião
04-O Samba da minha Terra
05-Vagabundo não é fácil
06-Com qualquer dois mil réis
07-Os pingo da chuva
08-Quando você chegar
09-Alimente
10-Dagmar

Músicos:
Moraes Moreira: voz, violão
Pepeu Gomes: craviola, violão, guitarra
Jorginho Gomes: bateria, cavaquinho
Dadi Carvalho: baixo
Baby Consuelo: voz, percussão
Paulinho Boca de Cantor: voz
Baixinho: percussão
Bolacha: percussão
Luiz Galvão: letras


Download: http://www.4shared.com/rar/iOnBAQHl/novos_baianos__1973___fc.html

Waka/Jawaka





Lançado em 1972, é o primeiro disco em que Zappa explora a formação de uma Big Band, ainda acompanhada da banda The Mothers of Invention. O disco transita entre rock, jazz, e música atonal, com o excentricismo que só eles sabem fazer. O título Zappa diz que foi algo que apareceu em um tabuleiro Ouija uma vez.

Submit:
Realese in 1972, is the first Zappa album that explores the formation of a Big Band, also accompained the band The Mothers of Invention. The album moves from rock, jazz and atonal music with excentric that only they know. The title says it was something that appeared on a Ouija board once.

Músicas:
01-Big Swifty
o2-Your Mouth
03-It just Might Be a One-shot Deal
04-Waka/Jawaka

Músicos:
Frank Zappa: voz, guitarra e percussão.
Tony Duran: slide guitar, vocais.
George Duke: ring modulation, piano elétrico com echoplex, tack piano.
Sal Maquez: trompete, vocais, fliscorne, sinos tubolares
Erroneous (Alex Dmchowski): baixo elétrico, vocais, baixo fuzz.
Aynsley Dunbar: bateria, washboard, pandeiro.
Chris Peterson: vocais
Joel Peskin: sax tenor
Mike Atschul: sax barítono, flauta baixo, flautim, sax tenor, clarone.
Jeff Simmons: guitara havaiana, vocais
Sneak Pete Kleinow: pedal steel guitar.
Janet Ferguson: vocais
Don Preston: guitarra, minimoog.
Bill Byers: trombone, trompa barítono.
Ken Shroyer: trombone, trompa barítono
Gerry Sack: maracas

Download: http://www.mediafire.com/?0neemge3zzb

Hooker N´Heat

Hooker N´Head 1971


John Lee Hooker and Canned Heat




De longe um de meus bluesman favoritos, John Lee Hooker. Ele é tanto feeling que não da nem pra perceber quando faz improvisos. Muito fluente, mestre do ritimo boogie e das escalas abertas. canned Heat foi uma popular banda de blues elétrico com muita influência do delta blues. Também intima do boogie style e com alguns belos momentos psicodélicos como a época exigia, marcaram presença no Woodstock e em muitos outros festivais da era hippie.
Este disco é tido como um dos melhores trabalhos de Hooker,poucas bandas o acompanharam, e nenhuma tal qual Canned Heat, entre eles há um certo contraste, pois grande parte da obra de Lee Hooker é solo, muitas vezes sem banda completa e até sem mais ninguém.
Dê um play na primeira faixa e escute até o final. se não conseguir, ficam algumas recomendações: "Messingwith the Hook", " Send Me Your Pillow","You Talk Too Much","I Got My Eyes on You", "Peavine" (a top, e na minha opinião, o mesmo arranjo de If I had a possession Over Judgment day, de Robert Johnson), " Bottle Up and Go" e claro, o grand finale "Boogie Chilen nº2".
Fonte: elefante-psicodelico.blogspot.com

Submit:
By far one of my favorite bluesman John Lee Hooker. He is both the feeling that there does not know when to improvise. Very fluent, Ritimo master of boogie and open ranges. Canned Heat was a popular electric blues band with much influence from the delta blues. Also intimate style boogie and some nice psychedelic moments as the time required, attended the Woodstock festival and many other of the hippie era.
This album is considered one of the best works of Hooker, few bands have accompanied, and which no such Canned Heat, among them there is a certain contrast, since much of the work of Lee Hooker is ground, often without full band and even without anyone else.
Give a play on the first track and listen to the end. if not, are some recommendations: "Messingwith the Hook", "Send Me Your Pillow," "You Talk Too Much," "I Got My Eyes on You," "Peavine" (the top, and in my opinion, the same arrangement of If I Had Possession Over Judgement Day a, Robert Johnson), "Bottle Up and Go" and of course the grand finale "Chilen Boogie No. 2."


Músicos:
John Lee Hooker: guitarra e voz
Antonio Barrada: baixo
Adolfo de la Parra: bateria
Bob Hite: voz
Henry Vestine: guitarra
Alan Wilson: guitarra e voz

Músicas:
01-Messing withe the Hooke
02- The Feeling is Gone
03-Send me Your Pillow
04-Sittin Here Thinking
05-Meet me in the Bottom
06-Alimonia Blues
07-Drifter
08-You Talk Too Much
09-Burning Hell
10- Bottle Up and Go

Disco2
01-The World Today
02-I Got My Eyes on You
03-Whiskey and Wimmen
04-Just You and Me
05-Let´s Make It
06-Peavine
07-Boogie Chillin Nº2

Download: http://www.mediafire.com/?15881z1ibdtb4e8

Tudo foi feito pelo Sol


Quando surgiram no final dos anos 60, Os Mutantes, representaram um verdadeiro vendaval tanto na irreverência quanto na música. Inicialmente um trio- os irmão Batista, Arnaldo e Sérgio, e Rita Lee- o grupo se tornou um quarteto com a entrada do baixista Liminha. Totalmente influênciado com o emergênte rock progressivo(principalmente Yes) em 74 somente com Sérgio da formação original, os Mutantes gravam "Tudo foi Feito pelo Sol"
Gravado em condições precárias este se tornou um dos maiores discos da história do rock nacional, logo na abertura com "Deixe entrar um pouco d´agua no quinta" (com uma letra muito boa) os Mutantes davam pistas de que os tempos eram outros e de que as sementes da troícália haviam germinado mais um ramo em seu extenso caule. A instrumental "Pitágoras" que os (entá) maravilhosos efeitos da época-com cameras de eco e phasers- podiam ser importantes aliados do arranjo. Depois deste exercício progressivo, "Desanuviar" apresenta-se como uma das melhores faixas. " Eu só penso em te ajudar" com uma letra tipicamente hippie e um arranjo sensacional, Sérgio Dias e o baixista Antônio Pedro demonstram um entrosamento maduro, até entao inédito para o grupo, e a mesma coisa acontece nas duas faixas seguintes, "Cidadão da Terra", e "O contrário de nada é nada" um rockão de primeira. Esta obra prima se encerra com a faixa título, uma viajem sonora absolutamente linda.
Livre citação da contracapa da edição em cd da gravadora Sigla.


Submit:
When they appeared in the late '60s, Os Mutantes, represented a perfect storm in both the music and irreverence. Initially a trio, the Baptist brother, Arnaldo and Sergio, and Rita Lee, the group became a quartet with the addition of bassist Liminha. Totally influenced the emerging progressive rock (especially Yes) in only 74 of the original with Sergio, the mutants record "Everything was done by the Sun"
Recorded in poor conditions it became one of the greatest albums in rock history national, in the opening to "Let's get a bit of water in the fifth" (with a very good letter) the mutants gave clues that the times were different and that the seeds had germinated troícália of another branch in his extensive stem. The instrumental "Pythagoras" that the (then) wonderful effects of season-cameras with phasers, echo and could be important allies of the arrangement. After this exercise progress, "Unwind" is presented as one of the best tracks. "I just think to help you" with a letter and an arrangement typical hippie awesome, Sergio Dias and bassist Pedro Antonio show a rapport mature until then unheard of for the group, and the same thing happens in the following two tracks, "Citizen of the Earth" and "The opposite of nothing is nothing," one of the first rockão. This masterpiece ends with the title track, a traveling sound absolutely beautiful.


Músicos:
Sérgio Dias: Guitarrsa, vocais e cítara.
Túlio Mourão: Piano, Orgão, Mini-Moog e vocais.
Antônio Pedro de medeiros: Baixo e vocais.
Rui Motta: Bateria, percussão e vocais.


Músicas:


01- Deixe entrar um pouco d´agua no quintal

02-Pitágoras

03-Desanuviar

04-Eus ó penso em te ajudar

05-Cidadão da terra

06-O contrário de nada é nada

07-Tudo foi feito pelo sol


Mutantes e seus Cometas no País dos Baurets




Músicas:
01- posso perder minha mulher minha mãe desde que eu tenha o Rock n´ Roll
02-Vida de Cachorro
03-Dune Buggy
04-Cantor de Mambo
05-Beijo Exagerado
06-Balada do Louco
07-A Hora e a Vez do Cabelo Crescer
08-Rua Augusta
09-Mutantes e seus cometas no país dos Baurets
10-Todo mundo pastou 2


Download: http://www.4shared.com/file/ZaZTwpiW/1972_-_Os_Mutantes_e_Seus_Come.html

Queen II


Uma das coisas mais impressionantes de se admirar obra de arte é como coisas tão obvias estão tão claras que a gente não consegue ver.
Um musical da Broadway composto por um grupo de rock, este é a conclusão que chego deste disco: as constantes mudanças de tonalidade, riqueza de timbres, os personagens que Freedie faz em Fairy feller´s Master-Stroke e em March of the Black Queen, o peso da guitarra em Father to Son, o dedilhado do acorde menor em White Queen quando acaba de falar do sorriso da rainha, esses detalhes que não faltam a nenhuma música, pois o Queen não é banda que copia e cola um refrão, e sim acrescenta corais e orquestra de guitarras.
As faixas seguem narrando a monarqui, de maneira não linear, A palavra de pai para filho, a Rainha branca, o filho saindo de casa, a batalha dos ogros rachando o disco ao meio, a marcha da rainha negra dominando o reino.
Impressionante.

Faixas

  1. "Procession" (Brian May) - 1:12
  2. "Father to Son" (Brian May) – 6:14
  3. "White Queen (as It Began)" (Brian May) – 4:33
  4. "Some Day One Day" (Brian May) – 4:21
  5. "The Loser in the End" (Roger Taylor) – 4:01
  6. "Ogre Battle" - 4:08
  7. "The Fairy Feller's Master-Stroke" – 2:41
  8. "Nevermore" – 1:17
  9. "The March of the Black Queen" – 6:33
  10. "Funny How Love Is" – 2:48
  11. "Seven Seas of Rhye" – 2:48
  12. "See What A Fool I've Been" – 4:31

O Tempo e a Música




O Tempo e a Música
Thiago Rabay


A concepção comum do tempo é indicada por intervalos ou períodos de duração. Por influência da teoria da relatividade, o tempo vem sendo considerado como uma quarta dimensão, usado hoje até na construção civil. Para os gregos o tempo recebia duas nomenclaturas, Chronos, termo para tempo sequencial, o qual podia ser medido, e Kairos, o tempo que não podia ser medido, apenas sentido, vivido.
Como música é uma coisa que não existe, não pode ser medida ou mensurada, a relação com o tempo está correlacionada a percepção e paciência do ouvinte, ouvir música é uma experiência metafísica. Só a música consegue trabalhar com a nossa limitada percepção consecutiva ao tempo, as outras arte que não estão ligadas ao movimento, podem ser abreviadas a uma imagem.
Claro que há a presença de Chronos na relação musical, seja na documentação fiel de uma partitura, ou o dizer em minutos paralelo ao nome da música fixado na contracapa de um disco, mas tanto a partitura quanto o calculo dos minutos não são a música.
Ouvir música é ser pego sempre de surpresas, não se pode dividir uma música em começo meio e fim, tanto que criamos até trejeitos para algumas partes de música, aquele forte refrão em que entra a banda toda vira um fechar dos olhos, aquele lindo quarteto que sobressai a orquestra é acompanhado de um balançar em pendulo do corpo, a cadência interrompida por uma pausa é um parar na respiração.
No início do século quando a tecnologia permitiu a reprodução de uma música sem a necessidade de músicos ou instrumentos, pois estava gravada, rompeu-se uma fronteira , apreciamos música de outrora, fazemos silêncio em minuetos, jantamos ao som de réquiens e não dançamos alguns boleros.
No inicio do século quando se podia apenas gravar um disco de goma-laca de 78 RPM, rotações por minuto, ou seja se tinha a limitação de cerca de 4 minutos por lado do disco havia obviamente a limitação (principalmente à música comercial) do arranjo a ser elaborado. Músicas da década de 50 raramente passam de 3 minutos, geralmente com um solo curto, muitas vezes metade do chorus, um bom exemplo é Tutti-Frutti na gravação de Elvis Presley em 1956. O surgimento do Long Play permitiu maior tempo gravação, cerca de 20 minutos por lado, o que tornou comum o lançamento de discos com 7 músicas por lado, por exemplo o 1º disco dos Beatles, Please, Please Me, de 1964.
Depois da primeira metade da década de 60 e com lançamento de discos como Freak Out, de Frank Zappa, Are You Experienced?, de Jimi Hendrix, Closed to the Edge, do Yes, The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd e com a presença do Sargento Pimenta1, cobrindo nossos corações solitários, os discos chamados conceituais, ou seja que eram pensados como uma obra só, e não uma porção de músicas reunidas, foram tornando-se mais presentes. As músicas nestes discos, tem uma estreita relação com outras faixas e com o álbum todo, mesmo tendo cada faixa sua independência.
Obviamente que este formato de trabalho musical seguiu para as apresentações ao vivo, o Isle Wight Festival de 1970, exemplifica. Para um público de 600,000 pessoas, Miles Davis tocou o Bitches Brew2 e Emerson, Lake and Palmer, misturaram, rock, sintetizadores e Bach3, em apresentações muito mais de vanguarda do que populista.
Este conceito espacial do disco e da música, continuou sendo explorado por toda a década de 70, atento me agora ao disco Tales From the Topografic Oceans, do Yes. Este um álbum duplo contendo apenas 4 músicas, uma em cada lado do LP. As músicas não tem refrão, ou se repete uma estrofe igualmente, os arranjos e a concepção do discos, estão mais voltados a um trabalho de proporções eruditas do que a roqueiras. Lançado em dezembro de 1973 alcançou o 1º lugar em vendas no Reino Unido, e o 6º nos Estados Unidos. Como muitas obras de compositores eruditos e destaco os romancistas, o Tales From the Topografic Oceans, exige concentração, atenção e variadas audições para se compreender e começar a cantar junto, pois não se para uma música no meio para ouvir o final depois.
A relação com este tipo de obra, abre nos a percepção a Kairos, à relação do tempo vivido, onde o que se passa, não são minutos ou obrigações pois se a elas estiver atento, não ouvirá a música, o que se passa, são temas, vozes, timbres e imagens no subconsciente.
A música na era da gravação, séc.XX, seguiu a evolução da tecnologia, a cada ano descobriu-se novas e melhores formas de captação do som, reprodução, masterização e divulgação. O caminho natural a se esperar da música é que continuaria a mudar sua maneira de trabalhar com o tempo. Com a constante evolução da tecnologia rompemos a limitação do tempo físico a um disco, não há nem a necessidade do físico, e o que se produz musicalmente ainda é o limitado material vinculado a um LP. Um grupo de câmara ou orquestra, poderia gravar e lançar obras semanalmente, como uma assinatura, obras de um compositor pouco gravado, ou uma pesquisa em andamento, em tempo real, um artista popular pode facilmente pré vender seu disco, um grupo instrumental pode vender seus solos semanais com a velocidade em que conseguem faze los.
A estagnação do formato tempo e música pode representar que ainda estamos em um mesmo período histórico, já que uma das características de diferentes escolas é a relação delas com a natureza, é comum por exemplo, escolas diferentes tratarem o uso do tempo, o uso de vozes simultâneas, e até a quantidade de notas, diferente da outra, uma escola usa suas técnicas até o limite e a escola seguinte busca outro caminho, outras técnicas outra relação com o tempo e a natureza, ao invés de seguir o mesmo caminho. Um exemplo: o classicismo para o barroco; e o cool jazz para o bebop.
Só a música consegue trabalhar com a nossa limitada percepção consecutiva ao tempo, as outras arte que não estão ligadas ao movimento, podem ser abreviadas a uma imagem. A concepção comum do tempo é indicada por intervalos ou períodos de duração
Acredito que devamos buscar novas maneiras de trabalhar o tempo, já que não estamos mais limitados a um espaço físico, como uma sala de concerto, um palco, ou um disco, pois se a sociedade mostra nos novas maneiras de perceber o tempo, devemos também buscar entende-las.


1Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, disco dos Beatles de 1967.
2Bitches Brew, disco lançado por Miles Davis em 1969.
3Live At Isle Wight Festival, disco de Emerson, Lake and Palmer gravado em 1970, lançado em 1997.

Time and a Word


De 1970, segundo disco do Yes, com Chris Squire, baixo, John Anderson, Voz, Peter Banks, guitarra, Tony Kaye, teclado, Bill Bruford, bateria.

Pra quem está acustumado a ouvir o Fragile, ou o Closed to the Edge, encontrará no Time and a Word uma banda um pouco diferente.

O baixo marcante com o timbre caracteristico de Chis Squire é bem exposto na faixa de abertura No opportunity Necessary, No Experience Needed. A voz ainda imatura de John Anderson agrada em Sweet Dreams e Time and Word. Peter Banks não me surpreende, apesar de ter momentos solo no disco, mas pra quem está acostumado a ouvir Steve Howe, qualquer coisa é pouca. O teclado, como cama de timbres é bem feito neste disco por Tony Kaye.


Músicas:

01-No Opportunity Necessary, No Experience Needed

02-Then

03-Everydays

04-Sweet Dreams

05-The Prophet

06- clear Days

07-Astral Treveller

08-Time and a Word


Acabou Chorare



Em 72 o grupo Novos Baianos era formado por Moraes Moreira, voz e violão, Paulinho Boca de Cantor, voz e pandeiro, Baby Consuelo, voz e percussão, Pepeu Gomes, guitarra, craviola e violão, Dadi, baixo, Jorginho Gomes, bateria e cavaquinho, Baixinho, bateria, bongôs e surdo, Bolacha, bongôs e Galvão na composição das letras. Os arranjos são assinados por Pepeu e Moraes, e a produção por Eustáquio Sena.
Interessante notar a capa do Acabou Chorare uma mesa suja de farinha onde espalham-se copos de plástico, pratos, talheres, panelas e um bule, que espontânea ou preparada, a foto demonstra bem a sonoridade do grupo, de despojamento e descontração, que morava junto num apartamento no Rio de Janeiro.
A brasilidade ao violão é a principal marca do disco, tendo em suas bases e introduções a levada solo como genitora, as canções Brasil Pandeiro, Swing de Campo Grande e Acabou Chorare demostram isso.
Brasil Pandeiro de Assis Valente abre o disco sendo a única regravação, todo o restante do álbum é autoral. Numa levada simples mas bem brasileira ao violão, dividida entre os destros dedos rítmicos e o polegar de Moraes. A letra é um manifesto provocativo à esquentar nossos pandeiros e iluminar nossos terreiros, também é a única em que os três cantores dividem a letra, todas as outras músicas são cantadas por apenas um de cada vez. Destaco o uso pontual e bem colocado dos contrapontos do regional, bandolim e cavaquinho, a partir da 2ª estrofe com linhas melódicas extensas cobrindo toda a estrofe sem se repetir, dando em momentos reforço ''ao molho da baiana'' e em momentos convencionando fora da letra, sem exagerar, mas criando interessante material sonoro.
A Pink Floydiana Preta Pretinha com dois acordes invertidos, G/B e D/F#, segura toda a primeira parte da música e são base de um dos mais importantes solos de Pepeu no disco. A entrada da percussão demostra apenas que a canção, tem muito ainda a dizer, apesar de repetir toda a 1ª estrofe. O coro repetindo a convidativa frase em que Moraes canta ''Abre a porta e a janela e vêm ver o sol nascer'', da música Cana Verde de Tônico e Tinoco, toma e encaminha a canção a um clima de roda.
O disco destaca-se também pelo seu lado guitarra-baixo-batera. No sambaião Tinindo,Trincando, a sincopada frase do baixo conduz a música até o refrão que surpreende com uma convenção sobre outra. Mistério do Planeta e A Menina Dança mesclam o lado acústico e elétrico, ambas com a letra do poeta Galvão, e com solos de guitarra tocados a maneira que nenhum Jimmy faria.
Jorginho Gomes compôs a única faixa instrumental, marca que seguiu grupo em todos os posteriores discos. O baião Um Bilhete para Didi, com o simples tema I e V arpejado ao cavaquinho, se enche de graça adolescente com a entrada acelerada da bateria e da guitarra. O baixo de Dadi não oferece um simples acompanhamento, numa linha em arpejos com um timbre limpo e marcado, que o caracterizou, principalmente na fase instrumental do grupo A Cor do Som.
Apesar da base do disco ser a voz e o violão, o grupo demostra ineditismo nos arranjos com o regional e com a banda elétrica, seguem a tradição de nossos gilbertos, seja o João, pelo seu lado sereno e bem claro, ou seja o Gil, pela sua peculiar maneira de assimilar as influências estrangeiras, como ambos frequentavam o apartamento em que o grupo morava fica impossível, interessante e irrelevante, dizer quem influenciou mais quem. Mas não há dúvidas de que Acabou Chorare é um Expresso Cheio de Saudade.


Músicas:
01-Brasil pandeiro
02-Preta Pretinha
03-Tinindo, Trincando
04- Swing de Campo Grande
05-Acabou Chorare
06- Mistério do Planeta
07-A Menina Dança
08-Besta é Tu
09-Um Bilhete para Didi

Mother´s Finest Live


Ta ai uma as melhores bandas de funk rock que ja ouvi, tendo todo o consagrado uso de vocais gospel, alinhados a guitarras distorcidas, teclados e sintetizadores, alem do baixo pulsante e a bateria bem a la Bohan, eles não se intimidam em tocar temas do Led Zeppelin, e Jefferson Airplane, alem de suas fantásticas músicas setentistas como Baby Love.
Confira.

Mother´s Finest Live 1979

Músicas:

01-Somebody to Love
02-Fire
03-Mickeys Monkey
04-Give you all That Love
05-Baby Love
06-Magic Carpet Ride
07-Love Changes
08-Watch my Stiling
09-Don´t wanna Come Back

Download: http://www.mediafire.com/download/b6wwuux4989fqm4/MothersFinest-Live.rar

Clara Crocodilo


Clara Crocodilo 1980


Músicas:

01 Acapulco drive-in (Paulo Barnabé - Otávio Fialho - Arrigo Barnabé)
02 Orgasmo total (Arrigo Barnabé)
03 Diversões eletrônicas (Regina Porto - Arrigo Barnabé)
04 Sabor de veneno (Arrigo Barnabé)
05 Infortúnio (Arrigo Barnabé)
06 Office-boy (Arrigo Barnabé)
07 Clara Crocodilo (Mário Lúcio Côrtes - Arrigo Barnabé)
08 Instante (Arrigo Barnabé)

Refazenda




Primeiro álbum da trilogia "re" do Gil (Refazenda, Refavela e Realce), esse disco mostra o compositor transcendendo o tropicalismo e criando um estilo próprio que mistura as influências do pop rock britânico de quando Gil esteve exilado e a música de raiz nordestina.
O álbum conta também com a parceria do acordeão de Dominguinhos que mantém a presença do baião mesmo nas faixas mais puxadas para o rock.
Temáticamente, Refazenda, como sugere o título, é repleto de referências ao sertanejo que tenta a vida em uma grande cidade.

01 Ela
02 Tenho Sede
03 Refazenda
04 Pai e Mãe
05 Jeca Total
06 Essa é Pra Tocar No Rádio
07 Ê, Povo, Ê
08 Retiros Espirituais
09 O Rouxinol
10 Lamento Sertanejo
11 Meditação

Gilberto Gil: Violão e Phase Guitar
Dominguinhos: Acordeão
Moacyr Albuquerque: Contrabaixo
Chiquinho Azevedo: Bateria




Fonte: Blog Sambazul

Hermeto Pascoal Ao vivo em Montreux



Talvez Hermeto Pascoal seja o maior expoente do jazz brasileiro pelo mundo. Tocando o chamado baião-jazz, ou forró-jazz, ou rock progressivo brasileiro-jazz, enfim o hermeto-jazz ele se destacou principalmente nas décadas passadas levando toda a mistura de ritmos brasileiros ao quase intransponível jazz, tornando mais atrativo (e verde-amarelo) esse estilo tão consagrado. Hermeto que faz de vacas instrumentos invés de comida, foi ovacionado pelo público suiço que em estado de extase deixou a sensação que o show cá postado foi o melhor da edição de 1979. Destaco a música Montreux, que reza a lenda foi escrita no hotel em que eles estavam na manhã do concerto, tornando ela intensa como o ritmo da cidade que sedia um dos maiores festivais de música do século.

Submit:
Hermeto Pascoal is perhaps the greatest exponent of Brazilian jazz in the world. Playing the baião-jazz called, or forró-jazz, Brazilian progressive rock or jazz, jazz-Hermeto finallyhe excelled especially in the decades leading the whole mix of Brazilian rhythms to jazz almost impassable, making it more attractive (and green-yellow) that style so pious.Hermeto cows that makes instruments instead of food, brought the house in Swiss state of ecstasy that left the impression that the show was posted here the best of the 1979 edition. Montreux highlight the music, which according to legend was written in the hotel where they were on the morning of the concert, making it as intense as the pace of the city that hosts one of the biggest music festivals of the century.

Lista de músicas:
1. Pintando o Sete
2. Forró em Santo André
3. Remelexo
4. Bem Vinda
5. Sax e Aplausos
6. Lagoa da Canoa
7. Fátima
8. Terra Verde
9. Maturi
10. Quebrando Tudo
11. Nilza
12. Forró Brasil
13. Montreux
14. Voltando ao Palco
15. E Adeus


Fonte: Blog Rockpolar

Construção



Construção 1971


Músicas:

01. Deus Lhe Pague
02. Cotidiano
03. Desalento
04. Construção
05. Cordão
06. Olha Maria
07. Samba de Orly
08. Valsinha
09. Minha História (Gesubambino)
10. Acalanto

Paulinho da viola


Também de 1971

Músicas:

1 Perder e ganhar
2 Sol e pedra
3 Dona Santina e Seu Antenor
4 Para um amor no Recife
5 Mal de amor
6 Depois da vida
7 Moemá morenou
8 Óculos escuros
9 Cuidado, teu orgulho te mata
10 Lenço
11 O acaso não tem pressa
12 Um certo dia para
13 Fotos e Fatos/Simplesmente Maria
14 Fotos e fatos


Paulinho da Viola

Paulinho da Viola 1971.


A voz doce e inconfundível.


Outro morador do Jardim do Solar, vizinho da porta da frente de Caetano.


Músicas:
01 Num Samba curto
02- Pressentimento
03-Pra ver as meninas
04- nNas ondas da Noite
05-Filosofia do Samba
06-Consumir é viver
07-Lapa em três Tempos
08-Coração
09-Minha vez de sorrir
10-Reclamação
11-Abraçando Chico Soares
12-Vinhos finos...cristais


Download: http://www.4shared.com/rar/RTRBQALu/Paulinho_da_Viola_-_1971_.htm

Zé Ramalho


Zé Ramalho 1978


É o primeiro disco solo do grande Zé Ramalho, um must para quem aprecia psicodelismo com toques regionais – ou música regional com toques psicodélicos. É um disco em que mundos se encontram. Em "Avôhai" (feita em homenagem ao avô que o criou após seu pai morrer afogado num açude), os sintetizadores do suíço Patrick Moraz e um arranjo sensacional de baixo, que alias está no disco todo, convivem com uma típica viola nordestina e uma citara indiana. Em "A Dança das Borboletas" (parceria com Alceu Valença), o convidado Sérgio Dias ganhou três dos oito canais da mesa de som para gravar um apoteótico solo sobreposto, um grande momento do psicodelismo brasileiro.


1. Avôhai
2. Vila do Sossego
3. Chão de Giz
4. A Noite Preta
5. A Dança das Borboletas
6. Bicho de 7 Cabeças
7. Adeus Segunda-Feira Cinzenta
8. Meninas de Albarã
9. Voa, Voa
10 - Avôhai (voz e violão) (bonus track)
11 - Chão de giz (voz e violão) (bonus track)
12 - Bicho de 7 cabeças (voz e violão) (bonus)
13 - Vila do sossêgo (voz e violão) (bonus)
14 - Ratos de porto (voz e violão) (bonus)


Tropicália ou Panis et Circencis



Tropicália ou Panis et Circencis-1968

Os Mutantes, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Torquato Neto, Nara Leão, Tom Zé, Rogério Duprat, Gal Costa.


Músicas:

1. Miserere Nóbis
2. Coração Materno
3. Panis Et Circenses
4. Lindonéia
5. Parque Industrial
6. Geléia Geral
7. Baby
8. Três Caravelas (Las Três Carabelas)
9. Equanto Seu Lobo Não Vem
10. Mamãe, Coragem
11. Bat Macumba
12. Hino do Senhor do Bonfim

Tropicália ou Panis et circencis - Ficha técnica
Arranjos e regência Rogério DupratProdução Manuel BarenbeinTécnico de gravação: EstélioEstúdio: RGE, SPPeríodo de gravação: maio de 1968

Download: http://www.4shared.com/rar/5zJQ3WAC/_1969__tropiclia_ou_panis_et_c.html

             http://www.easy-share.com/1909363576/1968_Tropicalia_ou_Panis_Et_Circenses.zip

Tropicália ou Panis et circencis- Texto de contracapa

Duprat: A música não existe mais. Entretanto sinto que é necessário criar algo novo. Já não me interessa o municipal, nem a queda do municipal, nem a destruição do municipal. Mas a vocês , mal saídos do borralho, vocês baianos, terão coragem de se preocupar comigo? Terão coragem de fuçar o chão do real? Como receberão a notícia de que o disco é feito para vender? Com que olhar verão um jovem paulista nascido na época de Celly Campelo e que desconhece Aracy, Caymmi e Cia? Terão coragem para reconhecer que este jovem tem muita coisa para lhes ensinar...- Sabem vocês o risco que correm? Terão mesmo coragem de saber que só desvencilhando-se do conhecimento atual que tem das formas puras do passado é que poderão reencontrá-las na sua verdade mais profunda? Por acaso entendem alguma coisa do que eu estou dizendo? Baianos repondam...

Gil: O Brasil é o país do futuro.
Caetano: Este gênero está caindo de moda.
Capinan: No Brasil e lá fora: nem ideologia , nem futuro.
Torquato: Será que o Câmara Cascudo vai pensar que nós estamos querendo dizer que o ‘bumba-meu-boi’ e ‘iêiêiê’ são a mesma coisa?
Nara: Pois é: as pessoas se perdem nas ruas e não sabem ler. Consultam consultórios sentimentais e querem ser miss Brasil... e se perdem.
Os Mutantes: E aquela distorção dá a idéia de que a guitarra tem um som contínuo...a até a boutique dos Beatles se chama ‘a maçã’...
João Gilberto: (Em NY conversando com A.Campos). Diga que eu estou aqui, olhando pra eles.

Text cover

Duprat: The music does not exist. However I feel it is necessary to create something new. I no longer care what city or the fall of the city, nor the destruction of the city. But you, barely out of the ashes, Bahia you will have the courage to care about me? Have the courage to tweak the ground of reality? How to receive the news that the disc is made to sell? With a summer to look young born at the time of São Paulo Celly Campelo and unknown Aracy, Caymmi and Co.? Have the courage to recognize that this young man has much to teach them ...- you know the risk they face? They even know that only the courage to shake off that has current knowledge of the pure forms of the past is that they can find them again in your deeper truth? Incidentally understand something of what I'm saying? Bahia replacing ...

Gil: Brazil is the country's future.
Caetano: This genre is falling from fashion.
Capinan: In Brazil and abroad: neither ideology nor future.
Torquato: Does Cascudo will think we are saying that the "Bumba-meu-boi 'and' iêiêiê 'are the same thing?
Nara: That's right: people get lost in the streets and not read. Consult consulting sentimental and want to be Miss Brazil ... and lost.
Os Mutantes: And that distortion of the idea that the guitar has a continuous tone to the boutique ... the Beatles called 'apple' ...
Joao Gilberto (In New York talking to A. Campos). Say I'm here looking for them.

para mais informações visite/for more information: http://www.tropicalia.com.br/

Qualquer Coisa


A outra metade de Jóia


Qualquer Coisa 1975
Músicas:

1 Qualquer Coisa
2 Da Maior importância
3 Samba e Amor
4 Madrugada e Amor
5 A Tua Presença Morena
6 Drume Negrinha
7 Jorge da Capadócia
8 Eleanor Rigby
9 For no one
10 Lady madonna
11 La flor de la Canela
12 Nicinha



Ficha técnica original
Direção de produção: Caetano Veloso e Perinho Albuquerque
Técnicos de gravação: João Moreira e Luigi
Assistentes de gravação: Paulo "Chocolate" Sérgio e José Guilherme
Montagem: Jairo Gualberto
Mixagem: João Moreira
Corte: Joaquim Figueira
Capa e fotos: Rogério Duarte, Caetano Veloso e João Castrioto
Ficha técnica Qualquer Coisa para o projeto Todo Caetano / 2002
Produção Universal MusicProjeto e reedição dirigidos por Charles Gavin
Supervisionado por Caetano Veloso
Qualquer Coisa foi originalmente gravado em 8 canais e lançado em Long Play (LP) no ano de 1975
Remixado por Edu Costa no AR Studios, Rio de Janeiro, setembro de 2002
Assistentes de estúdio: Theo Mares, Leo Moreira e Fernando Fishgold
Masterizado por Ricardo Garcia no Magic Master, Rio de Janeiro, setembro de 2002
Editado por Mauro Bianchi, Guilherme Calicchio, Sérgio Chataigner e Nelson Nuccini
Direção artística: Max PierreDireção de marketing estratégico: José Celso Guida
Arquivo de tapes: William Tardelli
Gerência artística: Ricardo Moreira
Restauração, adaptação e rediagramação das capas e dos encartes originais dos LPs: Pós Imagem Design
Revisão: Dani Dias
Coordenação gráfica: Gê Alves Pinto e Geysa Adnet

Agradecimentos: Fátima Guimarães, William Tardelli e Marcelo Castelo Branco



Qualquer coisaPolygram
Manifesto do Movimento Qualquer coisa
Caetano Veloso
I nada de novo sob a sol. mas sob o sol.
II evitar qualquer coisa que não seja qualquer coisa.
III cantar muito
IV soltar os demônios contra o sexo dos anjos
V a subliteratura. a subliteratura e a superliteratura. e até mesmo a literatura.
VI por que não.
VII jazz carioca. samba paulista. rock baiano. baião mineiro.
VIII jazz carioca feito por mineiros. samba paulista feito por baianos. baião mineiro feito por cariocas. rock baiano feito por paulistas.
IX e até mesmo a música, por que não.
X mas sob o sol.
XI a década e a eternidade, o século e o momento, o minuto e a história.
XII exemplos: a obra de jorge mautner. a pessoa de donato, o papo de gil, o significante em maria bethânia. o significado em elis regina. baiano e os novos caetanos etc.
XIII fama e cama. sempre de novo deitar e criar.
XIV salvador dali no fantástico.
XV o show da vida.
XVI bob dylan live.
XVII qualquer coisa é radicalmente contra os radicalismos e, paradoxalmente, considera ridículo tal paradoxo, ridiculamente não vê nenhum paradoxo nisso. decididamente a favor do advérbio de modo.
XVIII a televisão está melhor do que o carnaval. insistir no carnaval.
XIX e de novo sob o sol. e sempre

Fonte: www.caetanoveloso.com.br





Download: http://www.4shared.com/rar/USp7Van0/Caetano_Veloso_-_Qualquer_Cois.html